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António Zambujo

[Foto: divulgação. Crédito não informado]

Com mais de 100 concertos agendados em vários países, incluindo o Brasil, o português António Zambujo tornou-se um dos maiores artistas de seu país, capaz de agradar aos mais distintos públicos. Dos mais sofisticados aos mais simples, Zambujo é popular sem ser popularesco, ou “popularucho”, como se diz em Portugal, e segue lotando teatros tradicionais como os Coliseus do Porto e Lisboa, ganhando prêmios e emplacando canções nas listas de mais vendidos nas lojas digitais.

O agora também “Comendador” – ele recebeu o título de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique –, António Zambujo faz uma declaração de amor à música brasileira e à obra de Chico Buarque no novíssimo álbum, que está sendo lançado no Brasil pela dobradinha MP.B Discos/Som Livre. “Até pensei que fosse minha” é o oitavo em sua discografia e conta com as participações de Roberta Sá, Marcello Gonçalves, Zé Paulo Becker e Ronaldo do Bandolim (Trio Madeira Brasil), além da sanfona de Marcelo Caldi.

Em suas muitas vindas ao Brasil nos últimos anos, Zambujo já havia gravado em projetos de artistas, como Roberta Sá e Rodrigo Maranhão, mas “Até pensei que fosse minha” é o seu primeiro álbum inteiramente luso-brasileiro, gravado lá e cá, com músicos brasileiros e portugueses.

Gravar Chico Buarque foi uma consequência natural para quem desde cedo escuta Tom Jobim, Vinícius de Moraes, João Gilberto, Caetano e o próprio Chico: “Escolher as canções foi a tarefa mais difícil de todas porque, em meio a tantas belezas, tanta música boa que nos traz tantas lembranças, houve muita coisa que ficou de fora. Eu teria que fazer uns trinta discos se quisesse gravar todas as músicas do Chico de que eu gosto”, pontua Zambujo.

Chico, o homenageado, registrou um dueto com o cantor português em “Joana Francesa”, e com Roberta Sá em “Sem Fantasia”. Carminho, amiga e cantora da mesma geração que renovou a canção portuguesa, divide os vocais em “O meu amor”. “Com a Roberta fizemos ‘Sem Fantasia’, porque nós já cantávamos ao vivo. Para o Chico e Carminho, sugerimos essas canções e eles aceitaram”, completa. A capa do álbum reproduz uma obra da artista plástica Adriana Varejão.

Sobre o momento especialmente bem-sucedido de sua carreira, o português do Alentejo, que já se sente em casa por aqui, é enfático: “Acabo por nunca pensar muito nisto. O sucesso do público é uma consequência, mas nunca tem influência nas minhas escolhas artísticas”.

 

SERVIÇO

António Zambujo: “Até pensei que fosse minha”

Participação especial: Roberta Sá

Quando: 17 de novembro (sexta-feira), 21h

Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves

Quanto: 

R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia), das filas A a P

R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia), das filas Q a Z7

R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia), das filas Z8 a Z11

Desconto: 20% de desconto sobre a inteira para assinantes do Clube Correio*

Classificação: 18 anos

 

VENDAS

Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou pelo site www.ingressorapido.com.br.

 

MEIA ENTRADA

A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para o evento.

Estejam atentos! O Teatro Castro Alves cumpre a Lei Federal 12.933 de 29/12/2013, que determina que a comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória para aqueles que gozam deste direito. Estudantes devem apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE), não sendo aceitos outros documentos.

Data: 17/11/2017

Teatro Castro Alves - Praça Dois de Julho,s/n, Campo Grande, CEP 40080-121 - Salvador - Bahia - Brasil Telefone: (71) 3003-0595