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Paquito

No dia 15 de janeiro, a Terça da Música da Sala do Coro do Teatro Castro Alves recebe o show “Paquito simplesmente”, do cantor e compositor Paquito, de volta num trabalho autoral. Dez anos após lançar seu último CD, ele apresenta as canções do próximo disco, ainda em fase de produção.

O espaço, “aconchegante”, segundo o artista, é bastante de acordo com o repertório à base de violão de cordas de aço e piano, apenas, instrumentos com os quais compõe. Entre os destaques, “O monstro”, de Paquito e Chico César, que trata dos novos tempos: “o monstro chegou/ no mundo pleno de ódio e amor”. E tem as canções feitas com Gerônimo: Paquito contaminou-se de baianidade nesta parceria buliçosa e lírica. Fiéis aos pertencimentos, eles compuseram “Porto de chegar”, em homenagem à praia do Porto da Barra, que Paquito frequenta assiduamente. Sozinho, ele fez o “Melô do aquecimento global”, misto de música infantil e punk: “anunciam na TV/ tudo vai virar mingau/ inclusive eu e você”. No mais, canções de amor e desamor, marca de um autor que se define “ancorado na tradição, mas com desvios estéticos de conduta”.

No show, Paquito cita Assis Valente, baiano que conseguiu ser ufanista e crítico em um mesmo samba, superando Noel Rosa e Ary Barroso. E também questiona a ideia de que a Bossa Nova é música de elite.

Paquito é um cantor e compositor de 54 anos, nascido em Jequié, Bahia (um “jequietcong”, como lhe disse Waly Salomão), com folha corrida no rock. Foi gravado por Maria Bethânia (“Brisa”, sobre versos de Manuel Bandeira), Jussara Silveira, Emanuelle Araújo, Daniela Mercury e Sarajane. Produziu, em parceria com J. Velloso, dois premiados CDs (“Diplomacia”, de Batatinha, prêmio Sharp de melhor disco de samba de 1999, e “Humanenochum”, de Riachão, indicado ao Grammy Latino de 2001), com participações de Caetano, Gilberto Gil, Chico Buarque e Bethânia, entre outros. Lançou dois discos autorais: “Falso baiano” (2003) e “Bossa trash” (2008). De 2006 a 2014, foi colunista do Terra Magazine, de Bob Fernandes. Em 2018, escreveu os textos do site do sambista baiano Ederaldo Gentil.

 

SERVIÇO

Paquito simplesmente

Quando: 15 de janeiro (terça-feira), 20h

Onde: Sala do Coro do Teatro Castro Alves

Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Classificação indicativa: Livre

 

VENDAS

Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou pelos canais da Ingresso Rápido. Acesse página de vendas em http://site.ingressorapido.com.br/tca.

 

MEIA ENTRADA

A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para o evento.

Estejam atentos! O Teatro Castro Alves cumpre a Lei Federal 12.933 de 29/12/2013, que determina que a comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória para aqueles que gozam deste direito. Estudantes devem apresentar a Carteira de Identificação Estudantil (CIE), não sendo aceitos outros documentos.

 

Data: 15/01/2019

Teatro Castro Alves - Praça Dois de Julho,s/n, Campo Grande, CEP 40080-121 - Salvador - Bahia - Brasil Telefone: (71) 3003-0595