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Nova turnê “Lub Dub”

Depois de uma turnê pelo Nordeste no último mês de agosto, passando por Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, o Balé do Teatro Castro Alves (BTCA) cai novamente na estrada para apresentar seu mais recente espetáculo, “Lub Dub”, em mais cinco cidades: Londrina (PR), Alagoinhas (BA) e três localidades do Ceará – Sobral, Fortaleza e Aquiraz. Criação do dançarino, coreógrafo e compositor sul-coreano Jae Duk Kim, a coreografia, estreada em abril deste ano, é uma intensa alternância de movimentos de tração e estremecimento, dinamismo e relaxamento, ritual e contemporâneo, e vem conquistando plateias por onde passa.

A nova viagem começa pelo “Festival de Dança de Londrina”, no qual o BTCA foi um dos oito selecionados, entre mais de 400 trabalhos inscritos, e fará a abertura da 15ª edição do evento na noite de 7 de outubro (sábado), às 20h30, no Teatro Ouro Verde.

No fim de semana seguinte, será a primeira apresentação de “Lub Dub” no interior da Bahia: a companhia chega a Alagoinhas para se apresentar na “VI Semana de Arte e Cultura do Litoral Norte e Agreste Baiano”, no dia 14 de outubro (sábado), no Centro de Cultura de Alagoinhas, às 20h.

E no final do mês, o Ceará recebe o Balé para três sessões, em diferentes cidades, na “11ª Bienal Internacional de Dança do Ceará”. A passagem começa por Sobral, no dia 20 de outubro (sexta-feira), às 21h na Praça Pública; no sábado seguinte, 21, em Fortaleza, às 18h, no Cineteatro São Luiz; e no domingo, 22, em Aquiraz, às 19h, na Praça Pública.

Companhia pública de dança contemporânea fundada em 1981, o BTCA tem direção artística de Antrifo Sanches e é um corpo artístico estável do Teatro Castro Alves (TCA), equipamento da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia (SecultBA). Em “Lub Dub”, os dançarinos têm a percussão como motivação sonora e física. A estrutura coreográfica se desenvolve pelas características peculiares do coreógrafo: ele oscila do silêncio absoluto à vertigem, em questão de instantes, sempre em estreita relação com a trilha sonora. O próprio Jae Duk Kim assina a trilha, que tem como base instrumentos percussivos das culturas oriental e ocidental, efeitos incidentais, canto e sons ao vivo.

O curioso nome do espetáculo é uma referência ao som das batidas do coração. Para a medicina, os dois primeiros (ou principais) sons cardíacos são denominados ‘lub’ e ‘dub’, que representam a bolha produzida pela abertura e fechamento das válvulas que permitem a passagem do sangue. Assim, o título é uma metáfora dos sons e batidas da vida, da própria humanidade e sua energia vital, que motiva e sustenta o movimento do corpo: o corpo que pulsa, medita, protesta e luta.

Teatro Castro Alves - Praça Dois de Julho,s/n, Campo Grande, CEP 40080-121 - Salvador - Bahia - Brasil Telefone: (71) 3003-0595